sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

G2 - Oculos GPS

Nas ruas, os deficientes possuem um difícil acesso aos mobiliários urbanos por, um exemplo seriam as lixeiras, que são encontradas através da guia ou utilizando os pés para tateá-las,o orelhão , que muitas vezes torna-se um “ obstáculo” para a cabeça, ou até mesmo dos sinais de trânsito que não possuem uma regra adequada para os deficientes.
Será que essas pessoas não deveriam possuir o mesmo direito que pessoas ditas normais? Elas pagam seus impostos, porém são marginalizadas da sociedade devido à suas necessidades diferenciadas. Será que a deficiência os torna menos merecedores do direito de ir e vir assegurado por lei a todos os cidadãos?
Como o público deficiente é diversificado, iremos focar nosso trabalho para um grupo em específico: Os deficientes visuais.


Levantamos então as seguintes possibilidades de objetos para eles:

•Sonoro

•Com sensores de movimento

•Vibração

•Emissão de calor
•Faixa de textura diferente do solo conduzindo o cego até seu destino

•Comunicação objeto/ cego via celular (Bluetooth) ou Utilização de GPS em um objeto pessoal.


A partir destas possibilidades, elegemos três delas para desenvolver: Um sensor de
movimento e sonoro, a faixa de textura diferenciada do solo e o sistema de GPS.

A primeira seria a utilização de um sensor RF acoplado a um dispositivo sonoro para alertar ao deficiente visual da localização de obstáculos. O sensor de Radio freqüência e funciona através da comunicação entre um dispositivo emissor que envia sinais como os de rádio para um segundo dispositivo receptor. Ele é programável e sua bateria pode ter durabilidade alta (de aproximadamente 10 anos). Por ser programável, ele envia sinais RF de acordo com o tempo estipulado pelo programador, fazendo com que ele economize bateria.

A segunda seria uma faixa, neste caso um piso tátil de alerta, (de textura diferenciada do solo) que avisasse ao deficiente que ali havia uma lixeira, ou orelhão. Pesquisamos os tipos de pisos táteis existentes no mercado e encontramos as seguintes informações: há dois tipos de piso tátil, o piso de alerta e o direcional.
O de alerta possui uma textura de semi-esferas eqüidistantes que é usado para indicar desníveis, subidas de escadas, rampas, entradas de determinados locais e limite de ruas e calçadas, entre outros.
O piso direcional possui uma textura de três faixas paralelas que, ao encostar a guia no piso, o deficiente visual é direcionado a determinado local.
Embora eficientes tais pisos custam caro, pois o m² gira em torno de R$ 55 a R$ 88, o que dificulta a sua aquisição. Através de uma pesquisa de mercado vimos que estes pisos estão presentes em poucos estabelecimentos, podendo ser encontrados em bancos, principalmente, algumas ruas e shoppings.


A partir disso pensamos em desenvolver um piso tátil de baixo custo que pudesse ser usado em conjunto com a lixeira e usar materiais recicláveis como tampas de garrafas PET.

E a terceira opção seria acoplar à um óculos o sistema de GPS que além de sinalizar obstáculos, poderia servir como um localizador de ruas, faixa de pedestres.
seria uma tecnologia mais viável e prototipável , que iria estar vinculada ao google maps, e assim a pessoa com um objeto de seu dia a dia , "disfarçado" discretamente que daria mais autonomia para o deficiente que poderia utilizar -se deste serviço sem causar estranheza pelas outras pessoas.


-Oculos modelado em 3d

Em Breve o Vídeo da G2